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CUIDADO: SONOLÊNCIA EXCESSIVA PODE SER DOENÇA GRAVE

A sonolência excessiva é um sintoma que precisa de sua total atenção.

Em todos nossos textos que postamos sempre abordamos sobre a insônia como sendo o pilar de todos os assuntos, mostrando o quão prejudicial à vida do ser humano isso pode ser.

Por diversas vezes apresentamos dados sobre brasileiros que hoje lutam diariamente contra a doença, devido a diversos fatores internos e externos ao organismo.

Mas, e quando o caso é o contrário? E, quando o sono aparece durante o dia e tira todo o seu foco nas suas atividades rotineiras?

Pois é, essa sonolência excessiva pode ser tão prejudicial quanto a insônia. Afinal, qual chefe é compreensivo a ponto de entender que você não está conseguindo produzir porque está com um problema de sono?

Sim, é exatamente isso que o sono em excesso faz. Prejudica seu trabalho, sua vida pessoal e o pior, passa para as pessoas ao redor a imagem de indivíduo “preguiçoso”.

Se você vêm enfrentando esse problema precisa tratar o sono excessivo o quanto antes, pois isso também pode ser uma grave doença.

No entanto, tenha calma. Isso não é alarmismo. Mas merece ser bem compreendido.

Leia o artigo até o final para entender melhor o assunto.

Muitas pessoas não sabem identificar o sono excessivo. Não se trata daquela vontade de cochilar após o almoço, o que é comum. Nem mesmo aquela vontade de dormir durante uma aula entediante.

O sono excessivo é muito pior. Ele não aparece de forma esporádica, ele acontece a todo momento.

O indivíduo acaba por dormir em qualquer lugar em que se senta ou encosta, sente fraqueza no corpo, dores constantes nos músculos e em alguns casos até mesmo alucinações.

E, se isso não for tratado com a devido atenção, pode se tornar uma doença grave. Pode passar a ser um quadro de narcolepsia.

Você sabe o que é narcolepsia?

A narcolepsia é uma doença cuja característica principal é a sonolência excessiva. Também é conhecida pela alcunha de hipersonolência.

O diagnóstico básico é facilmente reconhecido. O indivíduo apresenta claramente a vontade de dormir ou cochilar durante o dia, em situações e atividades rotineiras.

E não pense isso é coisa de preguiçoso.Um paciente narcoléptico não consegue controlar a sua sonolência excessiva.

Outra forma bastante comum de identificar os primeiros sintomas é reparar se a pessoa apresenta irritabilidade, dificuldade de aprendizado, diminuição da motivação e do desempenho no trabalho.

Quando descoberta, é preciso tratar com certa urgência, pois ela pode levar à morte. Mas não do ponto de vista biológico.

Como a pessoa não possui controle do seu sono, mas insistem em cumprir com suas obrigações, acabam por se envolver em acidentes de trânsito ou de trabalho.

É importante mencionar que o narcoléptico difere de quem sofre de insônia, pois ele até tem a capacidade de dormir à noite. Não é comum, mas tem.

Seu problema está nos ataques incontroláveis de sono durante o dia, que podem ser confundidos com desatenção, depressão e até mesmo com crise convulsiva.

Sabe-se que a narcolepsia é causada pela deficiência de hipocretina, um hormônio produzido no cérebro que age na regulação do sono.

Esse hormônio é gerado na fase REM do sono, a fase em que sonhamos.

Além da sonolência, existem outros sintomas da doença que aumentam a suspeita do diagnóstico. Alucinações no início do sono são um exemplo: a pessoa escuta vozes ou vê objetos, porém nada daquilo é real.

Outro sintoma é a paralisia do sono, ou seja, dificuldade de movimentar o corpo ao despertar do sono.

O paciente costuma descrever essa paralisação como uma sensação muito ruim, como se estivesse presa ao corpo, sem poder se mexer.

É diferente da cataplexia, que é uma perda súbita da força muscular, mas sem perda de consciência, e que também pode ser um sintoma de narcolepsia.

Esse evento é o que mais se assemelha a uma crise convulsiva. A pessoa pode cair no chão e ficar completamente imóvel.

O que diferencia é que a pessoa está consciente de tudo o que ocorre, diferentemente de uma crise convulsiva.

O teste que faz o diagnóstico da doença é chamado de teste de latências múltiplas do sono (TLMS).

Existem fases de sonolência excessiva ou tipos de narcolepsia?

sonolência excessiva

Sim, na verdade, existem dois tipos de classificação para a narcolepsia, a 1 e a 2.

No tipo 1, observa-se primeiramente os baixos níveis da hipocretina no líquor (aquele famoso líquido que protege o cérebro ao seu redor).

Enquanto que na narcolepsia tipo 2 ainda é uma incógnita, pois os pacientes costumam apresentar quantidades normais de hipocretina, no entanto, mantém a sonolência excessiva.

Para este segundo tipo, os médicos ainda não chegaram a uma conclusão do porque isso, de fato, acontece.

Até por que existem pacientes que desenvolvem a narcolepsia em decorrência de outras doenças neurológicas, especialmente quando há lesão, seja tumoral ou inflamatória, na região do hipotálamo lateral.

Por incrível que pareça essa doença não é tão comum em idosos, mas em jovens e adolescentes. Sim, é nessa fase, por volta dos 15 anos, que os primeiros sintomas começam a surgir.

Quando a narcolepsia não aparece nessa fase, pode ser que apareça quando este adolescente se torna um adulto. Na faixa etária de 35 a 40 anos de idade.

A narcolepsia também não tem restrição a gênero e não ataca mais um do que outro. Ela afeta homens e mulheres igualmente.

Sintomas mais comuns da narcolepsia, além da sonolência excessiva

O principal sintoma da narcolepsia é a sonolência excessiva, obviamente.

Porém, o sintoma mais comum, que a maioria dos pacientes narcolépticos sofrem é a cataplexia.

A cataplexia consiste em uma espécie de fraqueza muscular transitória. E, acredite, se ela for intensa pode derrubar qualquer um paciente ao chão, como se fosse um “nocaute”.

Raiva, estresse, medo, excitação costumam ser os fatores internos que mais costumam desencadear a cataplexia. Ou seja, ela está ligada a reações emocionais diretamente.

A cataplexia pode se manifestar de várias formas.

Desde a pessoa indo a “nocaute” involuntariamente, ou mesmo sentir uma leve moleza no braço ou no pescoço, por exemplo, mas ainda assim continuar acordada. Isso serve para ambos os casos citados.

A fragmentação do sono, ou seja, quando se desperta várias vezes durante a madrugada, também é um sintoma comum para um paciente com narcolepsia.

Por fim, ainda compõem os sintomas as terríveis alucinações, que costumam aparecer próximas ao horário de dormir ou ao acordar e a famosa paralisia do sono.

A paralisia do sono é quando, mesmo desperto, o indivíduo não consegue controlar o próprio corpo ou mesmo se mexer.

A paralisia do sono acontece no período da transição para o sono, ou mesmo no momento em que o paciente desperta.

Ele sente total incapacidade de se mover ou falar, mesmo estando completamente acordado.

E, por mais que existam estudos à respeito, não há razões específicas ou claras o suficiente para desmistificar o porquê da ocorrência da paralisia. O que acaba gerando inúmeras lendas urbanas e histórias aterrorizantes a seu respeito.

Como é feito o diagnóstico e a prevenção da narcolepsia?

sonolência excessiva

A sonolência excessiva proveniente da doença narcolepsia está intimamente ligada a uma predisposição genética, portanto não há cura, nem mesmo uma prevenção.

O diagnóstico é feito por meio do histórico clínico do paciente e pela exclusão de fatores que podem confundir a narcolepsia com outros problemas como privação de sono e apneia do sono.

A doença é confirmada por um exame de monitoração do sono chamado “teste de múltiplas latências do sono”.

Esse exame determina a facilidade de iniciar o sono em cinco horários diferentes ao longo do dia e o surgimento precoce da fase do sono REM.

A análise do líquor através de punção lombar com dosagem de hipocretina, apesar de também ser um teste capaz de confirmar a doença, ainda é pouco utilizada para diagnosticar a doença.

O tratamento

Como mencionado acima, não há cura, logo não há um tratamento efetivo para acabar com a narcolepsia.

O que existe é um tratamento paliativo que tem por objetivo manter os sintomas da doença, em especial a sonolência excessiva, sob controle.

Nesse caso, o paciente faz uso de estimulantes que agem sobre a sonolência diurna, associados a antidepressivos, que agem sobre a cataplexia, a paralisia do sono e as alucinações.

No entanto, dizer que não há cura para a narcolepsia não é motivo para deixar o tratamento de lado.

Quando não é tratada, a narcolepsia pode gerar impacto social, profissional e isolamento afetivo do paciente. Além do mais, aumenta a chance de acidentes graves devido ao sono diurno.

Afinal, um paciente narcoléptico precisa ficar atento em atividades como dirigir, cozinhar, trabalhar com máquinas pesadas ou mesmo praticar um esportes simples.

Portanto, reiteramos, não é porque a doença não tem cura que não deve ser tratada.

A doença em um conceito geral

Biologicamente falando, a sonolência excessiva se dá devido a deficiência da hipocretina, que é um neurotransmissor que leva à sonolência diurna.

A doença é grave e atinge hoje 1 em cada 2.000 indivíduos.

Para se ter uma ideia do quanto distúrbios do sono são graves e ao mesmo tempo comuns, no mundo todo são cerca de 3,3 milhões de pessoas que sofrem com distúrbios do sono. Só no Brasil, foram registrados 90 mil casos.

Apesar dos sintomas serem facilmente identificáveis por se parecerem muito com outros tipos de doença, nem sempre o diagnóstico da narcolepsia é preciso.

Por esse motivo, ele pode simplesmente demorar vários anos até ser corretamente diagnosticado e tratado.

O tratamento tem por fim ajudar o paciente a estabelecer uma rotina normal.

Algumas medicações podem ser prescritas para controlar a sonolência durante o dia, além de que cochilos programados também costumam funcionar.

O tratamento é bem específico para cada paciente e adequado às necessidades de cada um. O que nos leva a refletir que o problema é bem mais sério do que se pensa.

Enquanto se trata, o portador do distúrbio vai ganhando fama de “bicho preguiça” perante a sociedade e as pessoas de seu convívio.

Um preconceito claro de quem não tem informação, afinal a doença é pouquíssima difundida. Pois ouve-se falar muito menos de narcolepsia do que de insônia, por exemplo.

Além do quadro clínico, para identificar o distúrbio é necessário passar por uma polissonografia, conhecida como o exame do sono.

Se você notou que tem sentido mais sono do que o normal, mesmo quando acredita ter dormido pela noite, tome cuidado. Você pode estar desenvolvendo um quadro de sonolência excessiva.

Agora que você já sabe o que é sonolência excessiva, por que não melhorar a qualidade do seu sono?

sonolência excessiva

Como foi dito aqui, a doença da narcolepsia está mais para uma pré disposição genética do que para algo que se desenvolva à partir de um mau hábito, por exemplo.

No entanto, você não precisa adquirir a sonolência excessiva para querer melhorar a qualidade do seu sono.

Muitas pessoas, por não dormirem bem por uma noite, normalmente não acordam dispostas  no dia seguinte. E isso não é um problema, é até comum.

Mas se torna um problema quando as noites em claro passam a ser rotineiras. No entanto, algumas pessoas que sofrem de insônia nem mesmo sabem que tem e vivenciam seus sintomas.

E, dessa forma, cada vez mais noites de um bom descanso são perdidas.

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